Guxtaw Uyräsu

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sábado, 9 de maio de 2015

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Origem do Diabo

Uma coisa é certa. Todo o tipo de crença em símbolos da maneira que vemos hoje foi (nada mais, nada menos) criado pela igreja medieval.
Por exemplo: A forma do diabo... Você não acha mesmo que na religião anterior ao cristianismo, o judaísmo, o Diabo era vermelho com chifres e rabo pontudo e um tridente?
A história do Diabo
Essa idéia surgiu a partir de uma junção entre várias lendas.

1ª - famoso Sátiro. Personagem da mitologia grega que representa a libidinagem, o homem tarado metade bode que persegue as virgens sagradas (Ninfas).
Então, na idade média, devido ao contato com a cultura grega (por parte dos poetas, cancioneiros e outros apaixonados bestas)
Sátiro. Era um Fauno, metade homem, metade animal. Tarado toooodo

2ª - A lenda de lúcifer. o conto original se refere à criação de seres feitos de fumaça e vento chamados de "Jini" (Gênios da lâmpadas) pelos povos beduínos da cultura pré-islâmica. Eles acreditavam que as tempestades de areia, por exemplo, eram manifestações de entidades malignas. Posteriormente, essa lenda ganhou profundidade quando tentaram explicar a origem desses seres, Nasceu a explicação que foi Deus quem os criou antes do Homem. Lúcifer foi o primeiro deles. Num determinado momento, Deus mandou que todos os seres se ajoelhassem perante Adão, mas Lúcifer se recusou, persuadindo assim, os outros Jinis, Deus se enfureceu e assim começou a gerra no céu. Os Judeus tiveram contato com esse conto. Por não acreditarem em Gênios (presos em garrafas que ao serem libertos, realizavam desejos), esses seres foram elevados à categoria de anjos.

Durante a idade média, a história entre Sátiro e o Gênio Lúcifer foram unidas, foi ganhando forma, passou a ser o mal impuro, ganhou chifres maiores, o tridente de Poseidon (deus dos mares), um rabo pontudo a pele vermelha e pronto! ‘Voi là’ Diabo como tal conhecemos...

 



segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

As lendas do Amor


Já pararam para pensar como o amor é, depois do sexo, o assunto mais debatido pela humanidade desde o início da inteligência humana? Foram criadas até divindades que regem tal poder/sentimento. É nesse contexto que começa meu pensamento. Todos nós sabemos que o amor é CEGO, certo? isso não só por convivermos com essa realidade todos os dias como também pelo fato de tal pensamento está encravado na nossa cultura desde épocas remotas.
Um bom exemplo é o Cupido (Eros para os romanos), deus grego filho de Afrodite (Vênus), que na verdade era míope. com os séculos o amor que antes era apenas míope ficou cego mesmo segundo a cultura ocidental.
Agora... e quanto à culturas mais distantes que não tiveram contato com a cultura grega ou qualquer cultura semelhante? É o caso da crença tupinambá no tupuxuara (espírito ancestral) chamado Rudá (o R é vibrante). Esse tupuxuara era TOTALMENTE CEGO! e da sua morada no alto das nuvens vermelhas do fim da tarde ele lançava o amor indiscriminadamente entre os viventes.
O interessante é que poderia não ser assim, afinal, o deus egípcio Hórus além de ser deus de diversas outras coisas, também era o deus do amor e nem por isso ele era cego, muito pelo contrário. Pelo fato de ser uma entidade antropo-zoomórfica (parte humana e parte animal) ele tinha uma visão de águia (só trocadilho mesmo, porque ele é um falcão).
Outro caso curioso é o Deva (deus indu) Kamadeva (é representado como um jovem bonito e alado que carrega um arco e flechas. Seu arco é feito de cana-de-açúcar, com uma corda feita de mel de abelhas, e suas flechas são decoradas com cinco tipos de flores de diversas fragrâncias. explicação do Wikipedia)
Ele não é cego mas usa arco e flecha... Detalhe que as divindades indus são bem mais antigas que as divindades gregas. Isso nos leva a crer em mera coincidência ou intercâmbio de conhecimentos por conta de invasões helênicas ou até mesmo a expansão ariana no passado?

Com relação ao fato de não me retratar às divindades femininas do amor, é porque essas estão mais relacionadas à beleza e/ou ao matrimônio e não exclusivamente ao amor. mas aí vão elas:

Oxum — Divindade de Umbanda (não me lembro do significado do nome, depois eu coloco)

Afrodite — Divindade grega, conhecida como Vênus entre os romanos. O nome já explica sua origem “nascida da espuma”, é a grande Deusa do Amor e da beleza. Mãe de Eros e Príapo.

Lakshmi — Divindade hindu do ouro, fortuna, prosperidade, beleza e Amor. Consorte de Vishnu. Muito popular na Índia, sendo considerada a mais próxima dos seres humanos. Quer o bem-estar de todos sem se preocupar com suas ações ou seu passado. Surgiu das águas cósmicas da eternidade. Traz riqueza material e espiritual.

Hator — Divindade egípcia, “a casa de Hórus”, Senhora do céu e do horizonte (em dendera). Uma das Divindades que melhor representa o sentido do Amor.

Freyja [frráia— Divindade nórdica, feminina, uma das três esposas de Odin e mãe de Balder. Divindade do Amor e da Beleza. De seu nome deriva o nome da sexta-feira (Freitag, em alemão; Friday, em inglês). 

Blodeuwedd — Divindade celta, no seu aspecto de donzela, jovem, representa o amor, as flores e a primavera.

Branwen¹ — Divindade escocesa do Amor, da sexualidade, da Lua e da noite. Chamada de “Seios Brancos” ou “Vaca Prateada”.

Branwen² — Divindade galesa do amor, conhecida como a divindade do seio branco, seu nome significa “corvo branco”.

Allat — Divindade babilônica da cópula, das uniões, atua no campo do Amor ajudando as pessoas a conceberem a vida e os projetos.

Ishkhara — Deusa babilônica do amor, sacerdotisa de Ishtar.

Kwan Yin — Divindade chinesa do amor faz parte de um culto ancestral muito antigo, que se perde no tempo, também representa a paz, o perdão, a cura e a luz.

Kwannon — Divindade japonesa do amor, do perdão e da paz.

Maile — Divindade havaiana, é aquela que rege a Hula (dança sagrada), a alegria e a sedução. É ainda representada com a murta, trepadeira de flores muito cheirosas.

Erzulie — Divindade haitiana do amor e da sexualidade.

Astarte — Divindade canaanita, seu nome significa “o ventre”, de grande sensualidade, regia o amor, o desejo e a paixão. Usava o vermelho e o branco simbolizando o sangue menstrual e o sêmen.

Xochiquetzal — Divindade asteca, significa “flor preciosa”. Ela é a deusa das flores, do amor, criadora de toda a humanidade e intermediadora dos deuses. Foi mulher do deus Tlaloc, deus da chuva, mas acabou sendo raptada por Tezcatlipoca que a levou aos nove céus. Vivia em Tamoanchan na “Árvore Florida”, um verdadeiro paraíso. Teve vários nomes incluindo Ixquina e Tlaelquani.

Chu-Si Niu — Divindade tailandesa dos partos, recebia oferendas de flores em seus templos.

Sammuramat — Divindade assíria, Senhora do Amor, da fertilidade e sexualidade.


Anahita — Divindade persa do Amor, considerada uma das Divindades governantes do império. Considerada como o poder fertilizador da Lua e das águas. Senhora da concepção, purificava o sêmen e consagrava o ventre e seios da mulher. Aparecia como uma linda mulher vestida de dourado e ornada com peles, diademas e colares de ouro.

Erzulie Freda — Divindade haitiana do Amor, cultuada e oferendada nas cachoeiras.

Partaskeva — Divindade eslava do amor e da sexualidade. Regente da água trazia fertilidade, bênçãos para as uniões matrimoniais e saúde.

Caritas ou Graças — Divindades doadoras do carisma e da graça. Para os romanos, eram aspectos de Vênus, chamadas de Vênia, ou Afrodite para os gregos.  Seus nomes eram Aglaia, a brilhante, Thaleia, a que traz flores, e Euphrosyne, a alegria do coração.


Ainda tem mais coisas que eu poderia falar, mas já está mais que o suficiente. rsrsrs




sábado, 22 de dezembro de 2012

Receita de Sushi Caseiro





Vamos lá, como minha tecnica de sushi deu certo. vamos à receita do sushi genérico que fica com o mesmo gosto:


- Arroz branco normal

- Vinagre de arroz. Mas se preferir usar vinagre branco normal, PODE tem o mesmo gosto. DÁ NO MESMO!
- Açúcar
- Sal
- Kani (carangueijo industrial) Obs: Tem no pão de Açúcar.
- Folhas de alga. Obs: tbm tem nop pão de açúcar
--------------- o kani e a álga são baratinhos----------------
- algum complemento:
Se não encontrar o salmão (Pão de Açúcar ou Atacadão (teresina-PI), você pode usar QUEIJO, MANGA, PEPINO, CENOURA (Tudo que você possa cortar em tiras)

- Uma esteira de madeira (a minha eu cortei de uma cortina que encontrei na Engecopi)




---------------------MODO DE PREPARO---------------------


Lave 1 xícara de arroz (que já rende 30 sushis) até a água não sair mais branca e deixe descansar por 30 minutos (enquanto isso vá olhar seu facebook).

Depois disso ponha esse arroz pra cozinhar só na água mesmo e espera a água secar (comece com fogo alto e à medida que a água for baixando ponha em fofo baixo).
Quando pronto, ponha o arroz numa bacia ou qualquer outra coisa para despejar e esfriar o arroz

em outra panela, misture 1 xícara de vinagre, 1 colher de sopa (essa com que você come todo dia) de açúcar e 1 colher de chá (essas pequenas de papinha pra bebê) de SAL. misture ao fogo baixo.


Leve essa gororoba e misture levemente ao arroz que já deva estar frio pra não lhe queimar.


sobre a esteira de madeira, ponha uma folha de alga

vá colocando uma camada fina de arroz de baixo pra cima deixando o espaço superior
sem arroz
no centro, faça uma fileira com o Kani e o outro ingrediente que está em tira
enrole tudo colocando mais força inicial mente no rumo da parte superior sem arroz, passe um pouco de água nessa para se fixar ao resto do sushi e pronto. aí está um belo um rocambole que você vai cortar com uma faca BEM AFIADA para não 'distrinchar' seu trabalho sofrido.
Essa receita rende 30 sushis e sai bem bais barato que se vc fosse comprar, come que fica triste e ainda deixa na geladeira pra tomar no café.

Agora é só comer com o Molho Shoyu que vc encontra no mercadinho mais próximo e custa R$ 1,70


Obs: ainda vou inventar algo pra complementar o sushi que são aquelas pastinhas sortindas que botam em cima, não tem? Valew!!

sábado, 17 de novembro de 2012

Simbologias do alfabeto hebraico

ao longo da história da humanidade, há milhares e milhares de formas de expressar uma informação, um sentimento ou uma ação atravez de um símbolo. alguns deles eu já mostrei em postagens anteriores. Hoje vamos vem um pouco da simbologia nos alfabetos. Isso mesmo, as letras são na realidade símbolos que ganharam valoras sonoros para formar uma escrita... Não começo pelo egípcio porque a escrita inteira é simbólica, seria impossível explicar tudo aqui nesta postagem...
comecemos pelo alfabeto hebraico que foi criado pela matemática de uma ciência muito antiga conhecida como Kabala:
א
'Álef - Simboliza o boi, pode ser qualquer vogal.
Numericamente é o 1.

ב

Beit - Significa casa - Sonoriza B ou V
Representa início para os povos judeus. apesar da primeira letra do alfabeto ser o álef, o Beit é que representa o início até na Torá por conta do livro de Bereshit - Gênesis
Numericamente é o 2.

ג
Gamel - Simboliza camelo - sonoriza G gutural
Representa o desejo de compartilhar
Numericamente é o 3.

ד
Dálet - Simboliza porta - Sonoriza D ou DH
Representa o desejo de receber
Numericamente é o 4.

ה
Hê - Simboliza janela - Sonoriza H do inglês
Numericamente é o 5.

ו
Waw - Simboliza gancho - Sonoria W / U brando/fraco/semi-vogal
Representa o equilíbrio emocional e o sexo feminino
Numericamente é o 6.

ז
Záyin - Simboliza arma - Sonoriza Z
Representa integração entre corpo e espírito e o sexo masculino
Numericamente é o 7.

ח
RRê - Simboliza um tufo - Sonoriza RR / J do espanhol que é mais arrastado na garganta que o H - Numericamente é o 8.

ט
Têt - Simboliza uma cobra - Sonoriza T
Representa a gravidez
Numericamente é o 9 (por isso representa a gravidez - 9 meses... nada haver com cobra, tá!.

י
Yod - Simboliza a mão - Sonoriza Y / I brando/fraco/semi-vogal
Representa a imunidade pelo fato de ser a única letra que se mantem suspensa e não toca o chão. Numericamente é o 10.

כ
Kaf - Simboliza a palma da mão - Sonoriza  o K ou KH
Representa o Sol
Numericamente é o 20.

ל
Lâmed - Simboliza um laço - Sonoriza L
Representa supremacia por ser a letra que se eleva mais que as outras
Numericamente é o 30.

מ
Mêm [même] - Simboliza água - Sonoriza M
Numericamente é o 40, número muito usado pelos judeus para representar períodos sagrados.

נ
Nunn [nune] - Simboliza peixe - Soniriza N
Representa humildade
Numericamente é o 50.

ס
Sâmek - Simboliza apoio - Sonoriza SS
Representa a busca
Numericamente é o 60.

ע
`Ayin - Simboliza o alho - Sonoriza uma oclusiva glotal forta que é uma quebra de som podendo ser qualquer vogal
Representa o olho  e o sentido da visão e percepção
Numericamente é o 70.

פ
Pey ou Fey - Simboliza a boca - Soniriza o P ou o F
Representa o relacionamento com as pessoas
Numericamente é o 80.

צ
Tzade - Simboliza um gafanhoto - Sonoriza Tz como na palavra piZZa do italiano
Representa a justiça
Numericamente é o 90.

ק
Qôf - Simboliza macaco - Sonoriza Q que é mais espaçado que o K. Ou seja, O espaço dentro da boca é mais espaçado que quando se pronuncia o K - Numericamente é o 100.

ר
Rêsh - Simboliza Cabeça - Sonoriza R vibrante como na palavra caRa
Representa a serenidade e os estudos (a busca do saber).
Numericamente é o 200.

ש
Shin [xin] - Simboliza o dente - Sonoriza X [CH para nós e SH para o modo de representação fonética internacional] ou o S meio assobiado
Representa a relação do homem com o tempo
Numericamente é o 300.

ת
Taw - Simboliza Cruz - Sonoriza T ou TH
Representa Sinal ou a Lua
Numericamente é o 400.